Na sua mais recente monografia, “Nazaré”, o reconhecido fotógrafo de surf presta tributo à vila piscatória e aos exploradores das ondas gigantes da Praia do Norte.

Era ainda adolescente quando o surf se tornou num propósito de vida. Agora, aos 20 anos, ambiciona intrometer-se entre os melhores do planeta. E ao longo desse percurso vai estabelecendo as bases de futuro do surf moçambicano.

Com as entidades do surf em Portugal a procurarem regular atitudes, o que está em causa é mais do que uma nova forma de estar no mar: é a própria essência do acto de surfar.

Com o desmoronar da carreira profissional de skateboarder, Maximón Monihan reinventou-se como um realizador DIY com uma visão fora da caixa. E foi depois de uma viagem de lés-a-lés pela América com o melhor amigo que se aprecebeu que o verdadeiro sucesso está em fazer o que se gosta sem ser refém da recompensa.